
Nas Eleições 2026, os eleitores brasileiros vão escolher, em 4 de outubro, dois representantes para o Senado Federal em cada estado e no Distrito Federal.
A votação faz parte das eleições gerais que vão renovar dois terços do Senado, definindo uma nova composição do Congresso Nacional.
O eleitor terá uma etapa específica para o Senado na urna eletrônica e deverá selecionar dois nomes diferentes para representar seu estado.
A regra ocorre porque os senadores têm mandato de oito anos, enquanto as eleições gerais são realizadas a cada quatro anos.
A renovação acontece de forma alternada. Em um pleito, um terço do Senado é renovado, com 27 cadeiras. No seguinte, dois terços são renovados, totalizando 54 vagas.
Em 2026, serão disputadas 54 vagas, sendo duas por unidade da Federação, incluindo os 26 estados e o Distrito Federal.
O eleitor deve ficar atento a algumas regras:
O Congresso Nacional é formado pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados, que possuem regras diferentes de eleição e representação.
Para o Senado, vale o sistema majoritário. Em 2026, os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação ocuparão as vagas em disputa.
Já a Câmara utiliza o sistema proporcional, no qual os votos nos candidatos e nas legendas são considerados na distribuição das 513 cadeiras.
O Senado possui 81 parlamentares, com mandato de oito anos. Cada senador é eleito com dois suplentes. A Câmara tem 513 deputados federais, com mandatos de quatro anos.
Cada estado e o Distrito Federal elegem três senadores, independentemente da população. Na Câmara, a representação é proporcional ao número de habitantes, respeitando o mínimo de oito e o máximo de 70 deputados por estado.
Além de participar da elaboração das leis, o Senado possui atribuições privativas previstas na Constituição.
Entre elas estão o julgamento de crimes de responsabilidade, a análise de indicações para cargos estratégicos e a regulação de operações de crédito e limites de endividamento público.