sábado, 26 de setembro de 2026
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Mãe de Vitor Hugo se manifesta após desistência de candidatura
Pastora Tania Castelliano afirma que respeita decisão da Justiça Eleitoral e defende que acusações sejam analisadas individualmente
26 de setembro de 2026 08:44
Redação - Redação

A pastora Tania Castelliano se manifesta após o filho, Vitor Hugo, decidir recuar da campanha eleitoral depois que a Justiça Eleitoral manteve o indeferimento do registro de sua candidatura. Em texto publicado nesta quinta-feira (24), ela afirma respeitar a decisão judicial, mas defende que o filho tenha direito à defesa e que as acusações relacionadas a ele sejam analisadas individualmente.

Tania também menciona uma decisão recente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), que, segundo ela, afastou a responsabilidade de Vitor Hugo em uma denúncia relacionada à contratação de médicas investigadas por documentos falsos.

A pastora ressalta, porém, que reconhece que o julgamento do TCE-PB trata de um caso específico e não interfere, por si só, na decisão da Justiça Eleitoral.

“O tempo de uma decisão e o tempo de uma vida são muito diferentes”

No texto, Tania afirma que respeita tanto a existência da decisão judicial quanto o direito de questioná-la e apresentar defesa.

“Para uma família, porém, o tempo de uma decisão e o tempo de uma vida são muito diferentes. O nome de alguém pode ser atingido em um dia; reconstruir a confiança pode levar anos.”

A mãe de Vitor Hugo também afirma conhecer o filho e destaca o trabalho realizado por ele em Cabedelo. Segundo Tania, a gestão pode e deve ser avaliada, mas a análise deve considerar resultados, acusações e esclarecimentos apresentados ao longo dos processos.

“O que peço é que essa avaliação seja feita com justiça: que os resultados sejam examinados, que as acusações sejam apuradas e que nenhuma pessoa seja reduzida à pior afirmação feita a seu respeito.”

Manifestação sobre a campanha

Tania afirma ainda que a exposição pública do filho provoca sofrimento familiar e questiona a forma como acusações e investigações são tratadas no debate público.

“A Justiça precisa ser firme diante das provas. Precisa ser igualmente cuidadosa com a dignidade humana.”

Ao final, a pastora afirma que não pede que eleitores deixem de formar suas próprias opiniões e defende que as decisões sejam tomadas a partir da análise dos fatos e das diferentes versões.

“Não peço que ninguém deixe de pensar por si. Peço que leia, procure os fatos, ouça os diferentes lados e forme sua convicção com consciência.”

Tania também declara que continuará ao lado do filho e encerra a manifestação mencionando sua fé.

“Quanto a mim, continuarei ao lado do meu filho. Continuarei pedindo justiça aos homens e confiando minha dor à justiça de Deus.”

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