quinta-feira, 9 de julho de 2026
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Fabricante de brinquedos Estrela entra com pedido de recuperação judicial
Medida foi adotada diante da necessidade de reorganização financeira da companhia
20 de maio de 2026 11:38
Redação

A fabricante de brinquedos Estrela informou, nesta quarta-feira (20), ter protocolado um pedido de recuperação judicial na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais. A solicitação também inclui outras oito empresas que fazem parte do Grupo Estrela.

Segundo comunicado divulgado ao mercado, a medida foi adotada diante da necessidade de reorganização financeira da companhia em meio a um cenário de dificuldades econômicas e desafios enfrentados pelo setor.

Estrela aponta alta dos custos e restrição de crédito

De acordo com a empresa, a decisão ocorre em um contexto marcado pelo aumento do custo de capital e pela redução do acesso ao crédito. A companhia também destacou mudanças no comportamento dos consumidores, além da ampliação da concorrência com plataformas e alternativas digitais de entretenimento.

A fabricante afirmou que o ambiente econômico atual impactou diretamente as operações e exigiu a adoção de medidas para reestruturar o passivo do grupo.

Empresa diz que operações seguem normalmente

Apesar do pedido de recuperação judicial, a Estrela garantiu que continuará mantendo as atividades industriais, comerciais e administrativas em funcionamento.

Ainda conforme o comunicado, a empresa segue adotando ações para assegurar a continuidade dos negócios durante todo o processo de reestruturação financeira.

A recuperação judicial é um mecanismo previsto na legislação brasileira que permite às empresas renegociar dívidas e reorganizar as finanças, buscando evitar a falência e preservar as operações.

Principais informações sobre o pedido de recuperação judicial da Estrela

  • Empresa: Estrela
  • Data do anúncio: quarta-feira (20)
  • Local do pedido: Comarca de Três Pontas (MG)
  • Empresas envolvidas: Estrela e outras oito sociedades do Grupo Estrela
  • Motivos apontados:
    • aumento do custo de capital;
    • restrição de crédito;
    • mudanças no comportamento do consumidor;
    • concorrência de alternativas digitais.
  • Situação das operações: atividades seguem normalmente durante a reestruturação financeira.

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