terça-feira, 21 de julho de 2026
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Efraim diz que leilão da Cagepa “cheira mal” e promete anular se eleito
21 de julho de 2026 13:47
Redação - Agência Brasil
Efraim Filho, Pré-Candidato ao Governo da Paraíba – (Foto: Victor Emannuel/Sistema Arapuan de Comunicação)

O pré-candidato ao Governo da Paraíba, Efraim Filho (PL), afirmou nesta terça-feira (21), que caso seja eleito governador, irá revisar o contrato do leilão da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e poderá anulá-lo. Assista à entrevista completa no vídeo abaixo.

A declaração foi feita durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM.

O senador criticou o modelo adotado no processo de concessão e afirmou que a revisão do contrato será uma das primeiras medidas de sua gestão.

“Se eleito, irei revisar o contrato no primeiro dia de governo. Se eu puder rescindir o contrato, eu vou anular. Se houver meios para isso, eu vou cancelar”, declarou.

Segundo Efraim Filho, o fato de apenas uma empresa ter participado do leilão representa prejuízo para o Estado e compromete a competitividade do processo.

“O leilão é uma modalidade em que a concorrência traz vantagem para o Estado. Quanto mais concorrentes houver, melhor será o preço para o cidadão. O benefício não é para o governo, mas para quem vai pagar a conta”, afirmou.

Durante a entrevista, o pré-candidato também questionou a participação de apenas uma empresa no certame. Segundo ele, trata-se de uma empresa espanhola que, de acordo com sua declaração, estaria envolvida em casos de corrupção e irregularidades.

“Só apareceu uma empresa da Espanha, envolvida em falcatruas e corrupção, e nenhuma empresa do Brasil quis participar. Tem coisa errada. Está cheirando mal”, declarou Efraim Filho.

Defesa das PPPs e críticas ao processo

Apesar das críticas ao leilão da Cagepa, Efraim Filho afirmou ser favorável ao modelo de parcerias público-privadas (PPPs). Segundo ele, o problema está na forma como o processo foi conduzido.

“Eu adoto, sim, a parceria público-privada. Estou criticando o método, a falta de transparência. Não foi conversado com os sindicatos, não foi conversado nas ruas. E quando falta transparência, surge a desconfiança. Esse é um governo novo que já nasceu sob suspeita”, afirmou.

Assista à entrevista completa na íntegra:

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