segunda-feira, 26 de outubro de 2026
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TSE desmente Flávio e diz que não retirou fiscais do PL de sala-cofre
Flávio Bolsonaro foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, que ocorreu neste domingo (25), por mais de 4,3 milhões de votos
26 de outubro de 2026 09:47
Redação
Flávio Bolsonaro durante o debate na Band. Foto: Renato Pizzutto/Band

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou neste domingo (25) que a vontade manifestada pelos eleitores nas urnas deve ser respeitada. A declaração foi divulgada após a confirmação da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva para o quarto mandato como presidente do Brasil.

Em manifestação pública, Fachin ressaltou que a soberania popular é um dos fundamentos da legitimidade democrática e da cidadania.

“É tempo de reafirmar o respeito à vontade soberana do povo brasileiro, livremente manifestada nas urnas. A república se fortalece quando reconhece e respeita a soberania popular, fundamento da legitimidade democrática e expressão da cidadania”, afirmou o ministro.

Fachin defende harmonia entre os Poderes

Além de defender o respeito ao resultado eleitoral, o presidente do STF destacou a importância do fortalecimento da democracia e da harmonia entre os Três Poderes da República.

Segundo Fachin, eventuais divergências devem ser solucionadas dentro dos limites estabelecidos pela Constituição Federal, preservando o equilíbrio institucional e o Estado Democrático de Direito.

“Mesmo diante de divergências, é nos limites da Constituição que devem buscar as respostas, preservando o equilíbrio entre os poderes e a integridade do Estado Democrático de Direito”, completou.

Flávio Bolsonaro anuncia pedido de anulação

Após o anúncio do resultado das eleições, o candidato derrotado Flávio Bolsonaro (PL) declarou que não reconhece o resultado do pleito. Ele também afirmou que pretende pedir a anulação do segundo turno.

A manifestação de Fachin ocorre nesse contexto de divergência sobre o resultado eleitoral, com o ministro reforçando a necessidade de respeito à decisão dos eleitores e aos princípios constitucionais.

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