quinta-feira, 9 de julho de 2026
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PC investiga alvarás de soltura falsos usados por faccionados no PB1
Documentos fraudulentos continham assinaturas falsas e seriam usados em unidade de segurança máxima.
21 de maio de 2026 10:28
Redação - Portal Arapuan Divulgação/Polícia Civil
Investigação apura origem de documentos utilizados em tentativa de fraude prisional. Foto Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Paraíba instaurou um inquérito para investigar a suposta tentativa de soltura irregular de sete detentos da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, a PB1, em João Pessoa, por meio da utilização de alvarás de soltura falsificados. A investigação foi iniciada após requisição do Poder Judiciário.

Segundo a Polícia Civil, a Delegacia-Geral tomou conhecimento do caso após solicitação encaminhada pela Vara de Execuções Penais da Capital. Com isso, a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) foi designada para conduzir as investigações.

O objetivo da apuração é esclarecer a participação dos sete apenados envolvidos no caso, além de identificar os responsáveis pela elaboração e entrega dos documentos fraudulentos aos policiais penais da unidade prisional.

De acordo com as informações iniciais, os alvarás apresentados continham assinaturas falsificadas, inclusive atribuídas a magistrados. A suspeita levantou dúvidas sobre a autenticidade dos documentos e motivou a atuação imediata das instituições responsáveis.

As investigações seguem em andamento e buscam esclarecer todas as circunstâncias relacionadas ao caso, além de identificar possíveis outros envolvidos na ação criminosa.

A Polícia Civil destacou que a atuação conjunta com o Poder Judiciário reforça o trabalho integrado das instituições no combate ao crime organizado e na preservação da legalidade dentro do sistema prisional paraibano.


Resumo da Notícia

  • Polícia Civil instaurou inquérito sobre alvarás falsificados
  • Sete detentos da PB1 teriam sido beneficiados pela fraude
  • DRACO foi designada para conduzir as investigações
  • Documentos apresentavam assinaturas falsas de magistrados
  • Caso envolve atuação conjunta entre Judiciário e Polícia Civil

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