

A trajetória de alguns dos grandes nomes do esporte ultrapassou as quadras, ringues e campos e chegou à política. No Brasil e no exterior, ex-atletas assumiram cargos públicos após encerrarem suas carreiras esportivas.
Confira nomes ligados ao esporte que já ingressaram na política e ocuparam cargos públicos no Brasil e no exterior.


Com duas medalhas olímpicas, sendo ouro em Seul-1988 e bronze em Atlanta-1996, além de duas medalhas pan-americanas, ouro em Indianápolis-1987 e prata em Caracas-1983, Aurélio Miguel é um dos grandes judocas da história do país.
Após se aposentar em 2001, decidiu ingressar na vida política. Em 2004, tornou-se vereador de São Paulo pelo PR (Partido da República).


Tetracampeão mundial de boxe, Acelino “Popó” Freitas é um dos grandes nomes brasileiros da modalidade.
Após sua primeira aposentadoria, em 2007, o pugilista ingressou na política e se tornou deputado federal pelo PRB (Partido Republicano Brasileiro), com mais de 60 mil votos.


Romário foi um dos principais nomes da Seleção Brasileira na conquista do tetracampeonato mundial em 1994, nos Estados Unidos.
Depois de chegar aos mil gols e conquistar diversos títulos e prêmios individuais, o carioca se aposentou em 2008. Dois anos depois, foi eleito deputado federal pelo PSB.
Na política, o “Baixinho” também foi eleito senador pelo Rio de Janeiro duas vezes, em 2014 e 2022.
Atualmente, Romário exerce seu mandato pelo PL, com mandato previsto até 2031.


Bebeto foi eleito deputado estadual no Rio de Janeiro por três mandatos. O ex-jogador foi eleito pelo PDT, em 2010; Solidariedade, em 2014; e Podemos, em 2018.
O atacante, que também já atuou como treinador, esteve ao lado de Romário na conquista do tetracampeonato mundial de 1994 e foi vice-campeão durante a Copa do Mundo de 1998.
Em 2022, Bebeto concorreu a uma vaga de deputado federal, mas não foi eleito para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília.


Fora do Brasil, um dos casos mais conhecidos é o de George Weah, ex-jogador da Libéria.
Eleito melhor jogador do mundo pela Fifa em 1995, o ex-atacante se aposentou sete anos depois da conquista individual.
Após deixar o futebol, Weah passou a se engajar em assuntos sociais da Libéria, país africano onde nasceu.
Em 2005, concorreu ao cargo de presidente, mas acabou derrotado. Nove anos depois, foi eleito senador.
Após insistir na carreira política, George Weah conseguiu chegar ao comando principal da Libéria em 2017, quando foi eleito presidente do país.